«Artigos e críticas de António Lopes Ribeiro», in Celulóide, n.º 61, I-1963, pp. 11-16.

«Fatalidade do Cinema Português», in Animatógrafo, 3ª série, n.º 75, 14-IV-1942, p. 1.

«Porque dedicamos este número a ‘Fantasia’», in Animatógrafo, 3ª série, n.º 72, 24-III-1942, p. 1.

«Uma campanha singular», in Animatógrafo,3.ª série, n.º 73, 31-III-1942, pp. 1-3.

«A nossa crítica de ‘Fantasia’», in Animatógrafo, 3.ª série, n.º 72, 24-III-1942, p. 2.

«O ensino de Cinema», in Animatógrafo, 3ª série, n.º 70, 10-III-1942, pp. 1 e 5.

«Hello, Boi!», in Animatógrafo, n.º 67, 17-II-1942, p. 1.

«Morte de alguém», in Animatógrafo, n.º 66, 10-II-1942, p. 1.

«Lição de Coisas», in Animatógrafo, n.º 65, 3-II-1942, p. 1.

«… façam um pouco de arte!», in Animatógrafo, 3ª série, n.º 63, 20-I-1942, p. 1.

«Em pecado mortal!», in Animatógrafo, 3ª série, n.º 62, 13-I-1942, p. 1.

«Missão dum Jornal», in Animatógrafo, 3ª série, n.º 60, 30-XII-1941, pp. 1 e 4.

«Reabilitação da língua portuguesa», in Kino, 42, 12-II-1931, p. 2.

«O fonocinema, porta-voz da paz», in Kino, 37, 8-I-1931, p. 2.

«Versões em português de filmes estrangeiros», in Kino, 14, 31-VII-1930, p. 2.

«É necessário construir uma Estúdio em Lisboa», in Kino, 11, 10-VII-1930, p. 2.

«‘Prémio de Beleza’ revela-nos a extraordinária beleza do cinema integral», in Kino, 5, 29-V-1930, p. 7.

«Considerações sobre a Idolatria», in Kino, 5, 29-V-1930, p. 2

«Porque não vai o público aos cinemas?», in Kino, 4, 22-V-1930, p. 2.

«Em Portugal é possível fazer excelentes documentários romantisados», in Kino, 3, 15-V-1930, p. 3.

«O problema dos filmes falados em português», in Kino, 2, 8-V-1930, p. 2.

«O Cinema e o Trabalho», in Kino, 1, 1-V-1930, p. 3.

«30 Anos de Cinema. Cronologia pitoresca do animatógrafo, escrita por António Lopes Ribeiro segundo documentos absolutamente históricos coligidos por Félix Ribeiro», in Imagem, 19, 16-I-1931, pp. 20-22.

«O Círculo de Cinema e o Renascimento do Cinema Sueco», in Mundo Literário, n.º 40, 8-II-1947, p. 12.

«O Futuro do Cinema Português e a recente Legislação», in Mundo Literário, n.º 39, 1-II-1947, p. 13.

«A Qualidade da Produção e o Espectador», in Mundo Literário, n.º 30, 30-XI-1946, pp. 13-14.

«O que é o IDHEC», in Mundo Literário, n.º 16, 24-VIII-1946, p. 14.

«Os Caminhos do Filme:, in Mundo Literário, n.º 8, 29-VI-1946, p. 13; e n.º 12, 27-VII-1946, p. 14.

«Movimento dos Cine-Clubes. Textos coordenados e, em parte, traduzidos por Manuel de Azevedo», in Seara Nova, n.º 1081, 17-IV-1948, pp. 217-219; n.º 1082, 24-IV-1948, pp. 227/232-234; n.º 1083, 1-V-1948, pp. 3 e 7-9; n.º 1084, 8-V-1948, pp. 26-27; n.º 1085, 15-V-1948, pp. 35/39; e n.º 1086, 22-V-1948, pp. 50-51.

«Sétima Arte. Cinema Sonoro», in Diabo, n.º 290, 13-IV-1940, p. 3.