«Não queremos legendas assim!», 4, VIII-1933, p. 3.

«Um tema palpitante», 122, 15-VII-1935, p. 2.

«Dobragem», 95, XI-1965, p. 19.

«Dobragens portuguesas», 382, 14-XII-1935, p. 2.

«Filmes dobrados em português», 276, 2-XII-1933, pp. 3-4.

«Guerra ao dubbing», 229, 7-I-1933, p. 19.

«Indústria nacional sim! Dobragem obrigatória não!», 18, 3-V-1945, pp. 2 e 11.

«Não queremos dubbing!», 3, VIII-1933, p. 14.

«Dobragem», 5, 1-II-1945, p. 5.

«A dobragem eos seus problemas», 11, 1-IX-1951, p. 7.

«A dobragem em Portugal», XII-1968, pp. 17-19.

«A dobragem e a sua legislação», 25, 21-VI-1945, pp. 3 e 10.

«A dobragem obrigatória e o espectáculo fonocinematográfico», 19, 10-V-1945, p. 4.

«A dobragem obrigatória e a… dobragem», 21, 24-V-1945, pp. 4 e 10.

«A dobragem obrigatória e a indústria nacional», 16, 19-IV-1945, pp. 4 e 10.

«A dobragem obrigatória seria esfaquear, sorrindo, a indústria cinematográfica nacional», 11, 15-III-1945, p. 10.

«A dobragem: sim ou não?», X-1969, pp. 2-5.

«A mentira do dubbing», 242, 8-IV-1933, pp. 3 e 6.

«Análise sumária do problema das legendas», 32, 9-VIII-1945, p. 3.

«Cultura e liberdade (II)», 3-VII-2005

1. A propósito de um colóquio comemorativo, recordei na última crónica (PÚBLICO, 26 de Junho de 2005) a história da “filial” portuguesa do Congrès pour la Liberté de la Culture, que começou a agir nos escritórios da então Moraes Editora, há quase 40 anos, em Dezembro de 1965. Contei como me achei metido nessa história [...]

«Cultura e Liberdade (I)», 26-VI-2005

1.O passado, às vezes, salta-nos às canelas, quando menos esperamos e onde menos esperamos. Passa mais de ano e dia, recebi uma carta de Roselyne Chenu, com quem trabalhei de muito perto cerca de oito anos (66-74) e não via há mais de vinte e cinco. Eu, sempre a jurar-me fidelíssimo, também sou assim e [...]

«De John Mohune a Jon Whiteley ou de Fritz Lang a Jean-Auguste-Dominique Ingres», 19-VI-2005

1.Julgo que é o título mais comprido desta série de crónicas, quer as das antigas e românticas sextas-feiras, quer as dos novos e frustres domingos onde ainda não conseguiram arranjar lugar para me sentar. Quando se escolhe um título longo, é, normalmente, para ser mais explicativo, como é o caso, por exemplo do Everything You [...]

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