«A Reforma da Lei de Protecção ao Cinema Português», 100, 13-IX-1937.

«Inquérito: Reforma da Lei de Protecção ao Cinema Português», 95, 9-VIII-1937.

«O momento cinematográfico», 64, 4-I-1937.

«Uma singular concepção de Condattiere», 26-XII-1937, p. 5.

«O Cinema ‘incompreendido’. A conversão de Bernard Shaw», 19-XII-1937, p. 4.

«Cavaleiro sem armas», in O Diabo, 166, 28-XI-1937, pp. 4-7.

«Só vivemos uma vez… e Fritz Lang está muito doente!», 21-XI-1937, p. 5.

«A Grande Ilusão», 14-XI-1937, p. 2.

«A Bonequinha de Seda», 7-XI-1937, p. 3.

«Margarida Gautier. Horizonte Perdido», 31-X-1937, p. 3.

«Palavras a Charlie Chaplin sobre uns Tempos Modernos feitos à maneira antiga», 21-III-1937, p. 3.

«Um filme espanhol. A verbena de la Paloma», 25-IV-1937, p. 5.

«Dickens no Cinema. David Copperfield. Uma das mais complexas galerias de tipos característicos apresentados em filme», 9-V-1937, p. 7.

«Maria Papoula. O último filme de Leitão de Barros considerado como cinema popular», 17-X-1937, pp. 4-8.

«Algumas notas sobre o filme Revolução de Maio», 20-VI-1937, p. 5.

«Na ‘Via Láctea’ do Cinema. As Estrelas fazem greve», 30-V-1937, p. 7.

«Variações sobre Doutrina cinematográfica», 23-V-1937, p. 7.

«Carta a um Cinéfilo de Província. O Declínio da imaginação cinematográfica em Portugal», 16-V-1937, p. 5.

«Um filme inglês. Inglaterra em chamas. Espinoza, amores e aventuras à margem da História», 18-IV-1937, pp. 6-8.

«Cinema a Côres. Jardim de Allah. Como um bom licor provoca escândalo no deserto», 4-IV-1937, p. 3.

«Sinclair Lewis no Cinema. O Veneno Europeu e o Antídoto Americano», 28-III-1937, p. 3.

«Fúria de Viver. Um filme sobre a vida dos mineiros americanos», 7-III-1937, p. 7.

«S. Francisco. Um terramoto com canto coral», 28-II-1937, p. 4.

«Uma noite na ópera. Os irmãos Marx e a velha história da ‘sôpa de pedra’», 21-II-1937, p. 6.

«Biografias cinematográficas. Maria Stuart. A mulher que mais loucamente amou», 14-II-1937, pp. 4-5.

«Um retrato de Rembrandt com muito claro-escuro», 7-II-1937, p. 5.

«Um retrato de Rembrandt com muito claro-escuro», in O Diabo, n.º 137, 7-II-1937, p. 5.

«A lei de Linch no Cinema. Fritz Lang foi linchado nos estúdios da América», in O Diabo, n.º 134, 17-I-1937, p. 7.

«Uma crítica à crítica de cinema: A música de Bocage e um ‘furioso’ musical», in O Diabo, n.º 133, 10-I-1937, p. 4.

«Pasteur e Siegfeld ressuscitados pelo cinema», in O Diabo, n.º 132, 3-I-1937, p. 5.